No 4º levantamento da safra 2025/26, estatal projeta alta de 0,3% ante 2024/25 e área total de 83,8 milhões de hectares.
Entre 2016 e 2025, setor exportou 2,17 bilhões de toneladas e faturou mais de US$ 1,24 trilhão, com protagonismo da soja e das proteínas animais.
Produção estimada acima de 350 milhões de toneladas consolida nova marca histórica.
Endurecimento das regras ambientais na Europa e em outros mercados acelera a corrida por certificações e sistemas de monitoramento de desmatamento, com impacto direto sobre pequenos e grandes produtores.
De barter a contratos futuros, setor reforça instrumentos jurídicos e financeiros para dar previsibilidade à renda do produtor em um ambiente de riscos crescentes e novas exigências de mercado.
Casos da doença em plantas de abate e granjas pressionam o setor de proteína animal e podem refletir em preços no Brasil e no exterior.
Projeção de volume recorde para o crédito rural em 2026 anima produtores, mas acende alerta sobre juros, seguro agrícola e espaço fiscal do governo.
Embaixador do país árabe manifesta interesse em “boa colaboração” com o agro brasileiro, de olho em segurança alimentar e tecnologia.
Ferramentas digitais de análise de risco e liberação de recursos em poucos cliques ganham espaço entre produtores e bancos.
Ordem executiva do presidente dos EUA zera sobretaxa que chegou a 50% e volta a liberar cerca de 580 produtos, em sua maioria agrícolas, para entrar no mercado americano sem o peso extra das tarifas.