A Serra Verde, mineradora de terras raras com operação em Goiás, anunciou que o financiamento concedido pela Development Finance Corporation (DFC), ligada ao governo dos Estados Unidos, foi elevado para US$ 565 milhões. O acordo também inclui a possibilidade de o governo americano adquirir uma participação acionária minoritária no negócio.
A notícia chama atenção porque terras raras são insumo estratégico para tecnologias como motores de veículos elétricos, turbinas eólicas e equipamentos eletrônicos, e a corrida por diversificação de fornecedores ganhou intensidade com tensões comerciais e industriais entre grandes potências.
Segundo reportagem internacional, a operação integra o esforço de ampliar oferta fora da Ásia, e a empresa já vinha ajustando contratos e estratégias para atender também clientes ocidentais, além do mercado chinês.
Para Goiás, o anúncio soma-se ao debate sobre atração de investimentos, infraestrutura logística e política mineral, especialmente porque projetos desse tipo tendem a exigir escalabilidade, licenciamento ambiental robusto e cadeia de processamento com padrão internacional.
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