Rio de Janeiro (RJ) – Um homem conhecido pelo apelido de “Bozo”, procurado pela Justiça de Goiás, foi preso na tarde deste domingo (28) na Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, durante uma ação atribuída a equipes de inteligência e policiais do 23º BPM (Leblon) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), segundo relatos publicados por veículos que acompanharam o caso.
De acordo com as reportagens, o suspeito vinha sendo monitorado e teria se escondido na Rocinha após escapar da Operação Contenção realizada no dia 28 de outubro pelas polícias militar e civil do Rio de Janeiro nos complexos do Alemão e da Penha. Ele teria sido levado para a 11ª DP (Rocinha), onde a ocorrência foi registrada.
Identificação do preso e divergência em publicações
O suspeito foi identificado por parte da imprensa como Daniel Rodrigues dos Santos. (Metrópoles)
Há, contudo, divergência: um veículo o nomeia como Jhonnathan Wallef Moura Santos. O Ponto de Vista News mantém o registro dessa discrepância e seguirá atualizando a informação conforme novos dados oficiais forem publicizados.
Ligação com Goiás e atuação atribuída pela polícia
As matérias apontam que “Bozo” é investigado como liderança de facção com atuação em Aparecida de Goiânia, com vínculo com o Comando Vermelho, organização criminosa de origem fluminense que ampliou presença em outros estados.
O que foi a Operação Contenção
A prisão ocorre no rastro da chamada Operação Contenção, deflagrada em 28 de outubro no Rio. A operação tinha como objetivo o cumprimento de cerca de 100 mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho, em iniciativa de caráter interestadual, com ações concentradas nos complexos do Alemão e da Penha.
A operação ficou nacionalmente marcada pela alta letalidade e por desdobramentos internos: a Agência Brasil noticiou a prisão de policiais militares por crimes investigados no contexto da ação, citando que a Operação Contenção deixou 122 mortos.
Recorte Goiás
Em Goiás, órgãos de persecução vêm divulgando operações voltadas a estruturas financeiras ligadas à facção, com foco em lavagem e ocultação de patrimônio. O Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), por exemplo, informou que a Operação Cifra Vermelha buscou desarticular um núcleo financeiro associado ao Comando Vermelho no estado, com análise de documentos e eletrônicos apreendidos para identificar novos núcleos.
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