Deputado estadual Amilton Filho morre aos 41 anos em acidente na BR-050

Parlamentar cumpriria agenda no Entorno do Distrito Federal; motorista e profissional da equipe de campanha foram hospitalizados.

Deputado Amilton Filho | Foto: Assembleia Legislativa de Goiás

O deputado estadual Amilton Filho (MDB) morreu na madrugada de 26 de setembro, aos 41 anos, em um acidente automobilístico na BR-050, em Cristalina, no Entorno do Distrito Federal. A morte foi confirmada pelo gabinete do parlamentar e pela Assembleia Legislativa de Goiás.

Amilton estava na região para cumprir agenda de campanha. Um motorista e um profissional responsável pela produção de vídeos, que também estavam no veículo, foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal Chaud Salles.

As circunstâncias do acidente permanecem sob apuração das autoridades competentes. Informações não confirmadas sobre causas, dinâmica ou responsabilidades devem ser tratadas com cautela até a conclusão dos levantamentos oficiais.

Trajetória política ligada a Anápolis

Formado em Direito pela UniEvangélica, Amilton começou a participar da política ainda no movimento estudantil. Em Anápolis, exerceu mandato de vereador e presidiu a Câmara Municipal antes de chegar à Assembleia Legislativa.

Eleito deputado estadual, buscava o terceiro mandato consecutivo. Na Alego, presidia a Comissão de Constituição, Justiça e Redação, colegiado responsável por analisar a constitucionalidade e a legalidade das proposições antes da votação em plenário.

O parlamentar deixa esposa e dois filhos. Sua morte provocou manifestações de pesar de autoridades estaduais, dirigentes partidários, parlamentares e representantes de Anápolis e de municípios onde mantinha atuação política.

Velório em Anápolis

A família e o gabinete informaram que o velório será realizado no Ginásio Internacional Newton de Faria, em Anápolis, e o sepultamento no Cemitério São Miguel. A definição dos horários dependia da liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal de Luziânia.

Além da despedida, o falecimento terá consequências institucionais e eleitorais. A Assembleia deverá observar as regras de sucessão do mandato parlamentar, enquanto o partido e a Justiça Eleitoral analisarão os procedimentos aplicáveis à candidatura, respeitados os prazos e a legislação eleitoral.

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